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  • Alethéia Westermann

Escadas: verticalidade como linha de movimento


Escadas são elementos fundamentais para a comunicação entre os espaços de um pavimento a outro em uma obra arquitetônica. Além de nos conduzir, podem adquirir outra função: ser objetos icônicos nos projetos, virando protagonistas do espaço.

Ao subir ou descer, percebem-se novos modos e perspectivas do ambiente construído. Com formatos retangulares, orgânicos e diversas configurações, cores e materiais variados, o principal desafio é dimensioná-la corretamente (largura, espelho e pisada), oferecendo condições de segurança e conforto para quem vai utilizá-la.

O formato mais indicado está ligado intimamente com sua função e espaço disponível. Geralmente, as escadas se apresentam nos seguintes formatos: escada em “U” que ocupa mais espaço; escada em “L”, escada reta que ocupa a menor área do ambiente; escada curva ou circular; e a escada helicoidal ou espiral que podem economizar metros quadrados valiosos em ambientes pequenos e vencer a altura do pé direito, ocupando muito menos área do que uma escada convencional. No entanto, o seu projeto exige atenção, para que não se torne desconfortável ou perigosa.

Além disso, é possível optar por escadas compactas, elegendo materiais leves como vidro, aço e pedras em tons claros, ou por escadas mais extensas que permitam maior conforto no ato de subir e descer, e que funcionam bem em materiais como madeira, concreto, aço e pedras de diferentes tons. No guarda corpo, uma boa combinação dos elementos deixa a escada mais leve, bonita e em harmonia com o ambiente. Materiais com vidros laminados, tubos de aço e inox são boas opções para uma atmosfera contemporânea e elegante.

Fixadas apenas à parede ou sustentada por vigas, elas passam a sensação de estarem, literalmente, flutuando no ambiente. Dependendo do uso e das normativas locais, recomenda-se uma largura mínima de 80 cm para escadas em residências unifamiliares e superior a 1,20 m em edifícios públicos. Idealmente, uma escada não deveria ter mais de 16 degraus seguidos. Passando disso, recomenda-se dividir em patamares ou em trechos que ofereçam conforto e pausa para o descanso.

Sob as escadas, a área vazia pode ser aproveitada das mais variadas formas: abrigar um jardim, espelho d’água ou armário, ou ainda virar uma adega ou estante. O espaço entre os degraus também pode ser utilizado para guardar discos, CDs, DVDs e livros. Dessa forma, a escada ganha mais funcionalidade e um up no décor.

Escada projeto escritório Aletheia Westermann Arquitetos Juiz de Fora

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Até nosso próximo post.

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